"Além de um guerreiro em campo, ele é um exemplo de profissionalismo para os mais jovens", destaca o coordenador de preparação física do Inter, Élio Carravetta. O atacante recém subido dos juniores para o elenco profissional, Talles Cunha, 20 anos, dez a menos que Guiñazu, reforça a idolatria: "Ele incentiva a gente a ser sempre guerreiro, a correr o tempo todo. Fico feliz porque é sinal que confia na gente, se importa com a gente".O momento de Guiãzu é tão bom que o poderoso Boca Juniors, de Buenos Aires, tem se esforçado para contratá-lo, mas sem sucesso, pois o Inter o considera imprescindível, e só o liberaria por uma quantia realmente irrecusável, o que o Boca não apresentou até agora. "Eu estou muito feliz no Inter, minha família se adaptou bem ao Rio Grande do Sul, mas não posso negar que o interesse do Boca me deixa contente e seria uma honra um dia vestir a camisa do clube", contou o volante.
A família, citada por Guiñazu, esteve na Serra visitando-o. O jogador se despediu nesta quarta dos filhos Lucas, de dois anos, e Matias, de oito anos. Esse último, o mais velho, chegou a brincar com os jogadores em um treinamento na tarde de terça.


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